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Aborto espontâneo: conheça as suas causas

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O risco de aborto espontâneo pode ser reduzido com uma atenção especial por parte da grávida e uma acentuada vigilância médica. Quais podem ser as suas causas e o que pode ser feito para as evitar?

Alterações genéticas, doenças da mãe ou alterações hormonais são algumas das causas que podem provocar um aborto espontâneo. Vamos dar-lhe algumas indicações sobre como atuar, no caso de padecer de algum destes transtornos.

Alterações genéticas

Cerca de 85% dos abortos espontâneos têm causas de tipo genético. O risco de transmitir uma herança genética imperfeita ao bebé está potencialmente presente, tanto nos portadores de uma anomalia genética, como em pessoas que nunca tenham tido qualquer tipo de problema.

O que fazer?

O casal pode submeter-se a uma análise de sangue para determinar o seu mapa genético. Geralmente, este exame só se aconselha se a mulher já tiver sofrido abortos repetidamente.

(Também lhe interessa: Como é um aborto natural ou espontâneo?)

Doenças da mãe

Certos transtornos que a mãe sofre durante a gravidez podem contribuir para a ocorrência de um aborto espontâneo. Os mais comuns são:

- Diabetes gestacional: dificulta que a implantação do óvulo fecundado e a placenta se mantenham.

- Doenças da tiroide.

- Certas doenças infeciosas, contraídas no primeiro trimestre, como a rubéola, o citomegalovírus e a toxoplasmose.

- Infeções do aparelho genital feminino, como as provocadas por microplasmas ou a clamídia.

- Infeções bacterianas ou virais (como uma gripe normal) que impliquem uma subida da temperatura.

O que fazer?

- No caso da diabetes, a primeira medida a tomar é a dieta, mas, se não for o suficiente, pode recorrer a anti glicémicos ou à insulina.

- Pelo contrário, se o problema se deve a um funcionamento alterado da tiroide, é necessário ser devidamente medicada, sob prescrição médica.

- Para evitar os perigos das infeções genitais, é conveniente aplicar um tampão vaginal antes da conceção e, se for necessário, recorrer a um tratamento com antibióticos ou antimicóticos.

Alterações hormonais

Um aborto espontâneo também se pode dever a um desequilíbrio hormonal, como um défice na produção de progesterona na segunda fase do ciclo menstrual, o que pode impedir que o endométrio (o tecido que reveste as paredes do útero) se prepare para acolher a implantação do óvulo fecundado.

O que fazer?

Caso se confirme uma carência da progesterona, a hormona pode ser tomada por via oral.

Outras causas de aborto espontâneo

A interrupção da gravidez também pode ocorrer:

- se existir uma malformação do útero (como um útero duplo);

- se se detetar a presença de fibromas, sobretudo quando crescem no interior do órgão;

- se existerem alterações do endométrio, como aderências, endometrite, ou pólipos;

(Também lhe interessa: Endometriose e gravidez)

- se sofrer de incontinência cervical, ou seja, se o colo do útero não se fechar corretamente após a implantação;

- se existirem causas imunológicas, como, por exemplo, a presença de determinados anticorpos ou património genético dos pais demasiado semelhante.

O que fazer?

Os pólipos e os fibromas grandes podem ser extraídos cirurgicamente, do mesmo modo que as malformações graves do útero (como o útero duplo).

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