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Rubéola na gravidez: as suas complicações

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O facto de a futura mãe contrair rubéola durante a gravidez pode acarretar perigos para o feto. Como evitar o contágio por rubéola e que fazer em caso de infeção?

São muitas as mulheres que engravidam sem saber se estão imunes à rubéola, quando, para ter a certeza, basta fazer uma simples recolha de sangue. Se o resultado da análise indicar que não se contraiu a doença, para ficar tranquila, é necessário tomar a vacina antes da conceção.

Em que consiste a rubéola?

A rubéola é uma doença exantemática viral típica da infância, de processo benigno e que pode passar despercebida, uma vez que os seus sintomas (febrícula e erupção cutânea, sobretudo na parte do tronco) não são particularmente evidentes, e é facilmente confundida com outras infeções. Uma vez contraída, a rubéola deixa uma imunidade permanente, pelo que não é possível voltar a tê-la. Se, no entanto, nunca foi contraída, ou se a futura mãe é contagiada durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre, pode ser muito perigosa já que pode provocar um aborto espontâneo ou malformações no feto.

Como evitar o contágio de rubéola? 

Mesmo antes da conceção, o médico irá pedir à mulher uma série de exames pré-concecionais, entre os quais uma análise para detetar a presença de anticorpos da rubéola, a fim de confirmar se a futura mãe é imune. Se o resultado for negativo, será administrada a vacina contra a rubéola, de modo que poderá começar a tentar engravidar passados três meses. A vacina protege a 100% do risco de infeção.

Se a grávida nunca fez a prova da rubéola e descobre que não é imune, tem de evitar contrair a doença nos primeiros três ou quatro meses, já que existe um elevado risco de aborto ou malformações no feto (cerca de 80%). Passado este período, a probabilidade de transmitir o vírus ao feto, através da placenta, é cada vez mais baixa e, mesmo que a infeção chegasse ao bebé, o risco de malformações já não existiria.

O que fazer no caso de contrair rubéola na gravidez? 

O que podem fazer as mulheres que já estão grávidas e não fizeram o exame da rubéola antes da conceção? Se isto acontece, primeiro que tudo, é necessário dirigir-se a um hospital com uma unidade para gravidez de risco, e, aí, confirmar se se trata da doença. Se a resposta for positiva, é indispensável que se averigue ao certo quando foi contraída a doença, recolhendo informação clínica e fazendo os exames necessários para dosear o nível de anticorpos, a fim de se descobrir se a infeção se deu há mais ou menos de três meses. Só então será marcada uma consulta pré-natal com os pais para os informar de todos os riscos de malformação, principalmente cegueira, surdez e malformações cardíacas. Estas malformações não são detetadas pelas ecografias feitas durante a gravidez, pelo que se tornam impossíveis de diagnosticar antes do nascimento.

Conselhos importantes 

- O contágio por rubéola pode ser prevenido evitando lugares muito frequentados, dado que se transmite muito facilmente através das vias respiratórias.

- A vacina contra a rubéola faz parte das vacinas sistemáticas das crianças, mas a cobertura não é total. Se a futura mãe já tem outro filho que tem de ser vacinado contra a rubéola, não há problema visto que o vírus injetado não se transmite a outras pessoas.

- No caso de exposição a situações de alto risco (se a mulher trabalha numa escola, por exemplo), o ginecologista pode indicar um tratamento preventivo, a fim de potenciar as defesas imunitárias.

(Também lhe interessa: Doenças na gravidez)




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