Mi bebé y yo

Co-sleeping: conselhos da parteira

( 2 votos) load
facebook twitter whatsapp

A prática do co-sleeping deve ser uma escolha consensual dos pais e deve fazer-se de forma responsável para garantir a segurança do bebé. A parteira dá-lhe alguns conselhos para agir corretamente.

Co-sleeping significa dormir com o bebé. Existem variantes no modo de o fazer: desde dormir na mesma cama dos pais, até ter um berço desenhado especialmente para juntar à cama do casal, ou dispor de um berço tradicional sem um dos lados e encostá-lo à cama.

(Também lhe interessa: Berços co-sleeper: toda a informação) 

Quais as vantagens do co-sleeping? 

Segundo diferentes estudos, com a prática do co-sleeping, o bebé sente-se mais protegido, há uma compensação e uma regulação da temperatura corporal entre a mãe e o filho, e a proximidade estimula o aleitamento materno, pelo que aumenta a frequência da amamentação.

- Tudo isto contribui para que o ritmo de sono da criança seja diferente, ou seja, diminui a fase profunda do sono, na qual existe um risco maior de morte súbita do recém-nascido.

- Por outro lado, o desenvolvimento neuronal dá-se durante a fase do sono leve, pelo que, além de amamentar o bebé, também contribui para o seu desenvolvimento mental.

- Por último, está provado que, com o co-sleeping, os bebés choram menos e estão menos tempo acordados.

O que deve ter em atenção no momento de praticar o co-sleeping?

Todos os pais que optem por esta prática devem seguir uma série de regras:

- O colchão tem de ser firme e grande (evitar colchões muito moles ou dormir com o bebé no sofá).

- A colcha, manta, ou edredão não devem ser muito pesados.

- A temperatura do quarto não precisa de ser muito elevada.

- O bebé não deve estar demasiado agasalhado e tem de dormir de barriga para cima.

- Os pais não devem fumar, nem beber álcool, não devem sofrer de obesidade grave, nem tomar sedativos.

Para que situações é mais útil o co-sleeping? 

- Alguns pais adotam esta prática de modo ocasional, quando o bebé está mais inquieto e não há maneira de adormecer sozinho.

- Também quando estão cansados e precisam de organizar os cuidados noturnos do bebé com um esforço mínimo.

Qual a razão das controvérsias em relação ao co-sleeping? 

No Ocidente, há associações de Pediatria que não recomendam a prática do co-sleeping até a criança completar um ano de vida, para evitar o período com mais risco de morte súbita do recém-nascido. No entanto, nos países asiáticos, em particular no Japão e na China, onde o co-sleeping está culturalmente enraizado como uma prática segura, há evidências de uma menor incidência desta síndrome e as organizações locais recomendam esta coabitação, que permite o aleitamento a pedido, e dormir num berço encaixado na cama dos pais.

Laura Matamoros. Parteira.

Também lhe interessa

Co-sleeping: conselhos da parteira | O Meu Bebé Qual é a sua opinião?

Tem que se registrar para poder escrever um comentáro ou votar. Pode registrar-se aqui ou, se já tem conta, pode entrar.
ACEDER Á SUA CONTA
Memorizar-me
Entrar
REGISTAR-ME
JUNTE-SE À COMUNIDADE O MEU BEBÉ
REGISTE-SE GRÁTIS

Comentários (0)