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Artérias uterinas e gravidez

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A artéria uterina é a responsável por irrigar o útero, função fundamental durante a gravidez. Mas como saber se a resistência ao fluxo sanguíneo é a adequada para uma evolução adequada da gravidez? Explicamos-lhe tudo!

A artéria uterina é uma artéria que as mulheres têm e que faz a irrigação sanguínea do útero, uma função fundamental durante a gravidez. De facto, alguns casos de infertilidade associam-se a deficiências de irrigação sanguínea da artéria sanguínea. Também algumas complicações da gravidez, tais como a pré-eclâmpsia severa, estão associadas a uma deficiência de irrigação desta artéria. Numa gravidez normal, as artérias espirais, que são as que se ramificam da artéria uterina, nutrem a placenta, que é a responsável por transportar o alimento e o oxigénio ao bebé em desenvolvimento.

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Estudo Doppler nas artérias uterinas

As artérias uterinas desenvolvem uma função fundamental durante a gravidez e, por este motivo, é importante que a resistência ao fluxo de sangue que circula por elas seja o adequado. Mas como é que se pode saber se tal acontece? Atualmente existe um exame, o estudo Doppler, que permite avaliar a resistência ao fluxo de sangue por parte das artérias uterinas maternas. O mais aconselhado pelos especialistas é realizar este estudo entre a 22ª e 26ª semanas de gestação.

Numa gravidez normal, a resistência a este fluxo baixa à medida que a gravidez avança. Se acontece o contrário e a resistência ao fluxo sanguíneo aumenta de forma significativa, a futura mamã poderá ver-se exposta a um maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia ou hipertensão durante a gravidez. Esta situação aumenta o risco de padecer de um atraso do crescimento intrauterino (ACIU), desgarramento prematuro de placenta, enfartes placentários e morte fetal.

(Também lhe interessa: Atraso do crescimento intrauterino: o que é?)

Se o aumento da resistência ao fluxo de sangue nas artérias uterinas é significativo por volta da 23ª semana de gravidez, é possível que a evolução da gravidez sofra complicações, o que poderá desencadear um parto prematuro, inclusivamente antes da 34ª semana de gestação.

Como se realiza o estudo Doppler

O estudo Doppler das artérias uterinas pode realizar-se por via vaginal ou abdominal:

Via vaginal: Durante o primeiro trimestre de gravidez é o método mais usado, pois a maior proximidade à artéria uterina faz com que, através da via vaginal, se consiga uma onda de velocidade de fluxo de maior qualidade. O transdutor põe-se no cérvix uterino a nível do orifício cervical interno.

Via abdominal: coloca-se o transdutor longitudinalmente na fossa ilíaca, de forma paralela à crista ilíaca e parede uterina, identificando os vasos ilíacos. A partir da 20ª semana de gravidez este método é opcional.

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