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Ibuprofeno em crianças: é prejudicial para a saúde?

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O ibuprofeno, juntamente com o paracetamol, é um dos anti-inflamatórios mais utilizados para mitigar a dor em crianças. Mas será que o ibuprofeno é perigoso para as crianças? Ou podem tomá-lo sem problemas? Respondemos às suas questões.

O ibuprofeno é um tipo de medicamento anti-inflamatório que ajuda a mitigar dores, irritação de garganta ou febres quando a criança tem uma constipação ou uma gripe, alivia dores de cabeça e de dentes e reduz a dor e o inchaço provocado por fraturas nos ossos.

Tomar ibuprofeno pode ajudar as crianças a sentirem-se melhor quando sofrem de um destes males. No entanto, é muito importante dar-lhes a dose certa, que deve ser prescrita pelo pediatra. O ibuprofeno é seguro quando se toma conforme indicado, mas tomá-lo em excesso pode ser nefasto.

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Como agir se a criança tem dores?

Antes de mais nada, quando a criança tem uma dor, os pais devem perguntar-se:

  • Quanto é que dói? A dor pode ser leve, moderada ou intensa. Não obstante, estabelecer a intensidade da dor que a criança experimenta é muito difícil, especialmente quando a criança é muito pequena ou quando se trata de um bebé que ainda não se expressa por palavras. Os médicos utilizam escalas que ajudam a quantificar a dor.
  • Que tipo de dor é? Basicamente pode diferenciar-se entre a dor provocada por uma inflamação e os outros tipos de dor. A produzida por uma inflamação deve-se ou a um embate ou a uma infeção de garganta ou de ouvido.

Perante qualquer situação na qual a criança se queixe de dor ou se suspeite que a tenha, é importante consultar o pediatra que, uma vez estabelecida a causa da dor, receita os analgésicos mais comuns: paracetamol ou ibuprofeno. Ambos são fármacos conhecidos e que a maioria dos pais já usou alguma vez para tratar a febre dos seus filhos. É importante ter em conta que os analgésicos, uma vez administrados, demoram cerca de 30 minutos a fazer efeito e alcançam a sua efetividade máxima entre uma a duas horas depois da toma.

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Tratar imediatamente ou esperar?

Alguns pais têm medo de, ao administrar um analgésico ao seu filho demasiado cedo, não se perceba a verdadeira causa da dor. No entanto, tal não acontece assim. Ou seja, embora seja verdade que a dor possa mascarar doenças, o facto de administrar um analgésico à criança não vai dificultar o diagnóstico da doença que possa ter.

De facto, por parte do médico torna-se muito mais eficaz examinar a criança depois de tomar o analgésico, pois deste modo dói-lhe menos a zona a analisar e o médico pode explorá-la mais facilmente. A analgesia melhora o estado da criança e, uma vez acalmada a dor, pode ir consultar o pediatra para saber a origem da mesma.

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Efeitos secundários dos analgésicos

Os analgésicos, bem como todos os medicamentos, podem provocar efeitos indesejados nas crianças. A melhor forma de evitar o aparecimento destas reações adversas é seguir as indicações do pediatra em relação à quantidade de analgésico a administrar e ao intervalo entre tomas.

Tanto o paracetamol como o ibuprofeno são bem tolerados pelas crianças, mas devem administrar-se sempre na dose adequada. O paracetamol é o analgésico considerado como mais seguro. O ibuprofeno, por vezes, pode causar mal-estar no estômago, tonturas e vómitos na criança. Embora ambos os analgésicos sejam seguros, é importante ter em conta que se deve evitar a administração de medicamentos quando estes não são necessários.

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