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Parto rápido: de que é que depende?

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Mesmo sendo uma mãe de primeira leva, o nascimento do bebé pode ocorrer rapidamente. Existem muitos fatores determinantes da duração do parto. Saiba quais são.

O que é que significa, exatamente, “parto rápido”? Os parâmetros variam muito, dependentemente de se tratar do primeiro ou do segundo filho. Na primeira gravidez, a duração média do trabalho de parto é de aproximadamente oito horas. A dilatação do colo do útero é lenta (aumenta à velocidade de um centímetro por hora) e o tempo começa a calcular-se a partir do momento em que o colo do útero está completamente plano e as contrações se dão em intervalos regulares, a cada cinco minutos. Nestes casos, considera-se rápido um parto que dure menos de quatro horas. Esta duração, por outro lado, pode ser normal para as mulheres que já tiveram outros filhos: neste caso, a dilatação processa-se de uma forma muito mais rápida (2 ou 3 centímetros por hora). O parto pode até durar menos de uma hora.

O tónus muscular influencia a duração do parto

De que depende a possibilidade do trabalho de parto ser mais breve? Não é conhecida uma resposta precisa a esta pergunta, mas parece provável que tal se deva, sobretudo, a condições metabólicas e localizadas, tais como o tónus das fibras uterinas, especialmente a nível do colo do útero. Algumas mulheres têm fibras muito elásticas, e, até nos casos em que as contrações não são muito intensas, conseguem ter uma boa dilatação. Por outro lado, algumas mulheres têm tecidos mais rígidos (regra geral as que sofrem de fortes dores menstruais): para elas, o período de dilatação pode ser muito mais longo.

A qualidade das contrações também desempenha um papel importante. Às vezes, após uma boa produção de prostaglandinas (substâncias que influenciam tanto a suavidade como a contratilidade do útero), surgem imediatamente contrações regulares e eficazes que, em pouco tempo, levam ao parto.

Nenhum parto é igual a outro

Se o primeiro filho nasceu rapidamente, qual é a probabilidade de se repetir um parto rápido? Não existe nenhuma garantia. Pode acontecer, por vezes, o segundo parto ser muito mais demorado como ocorre, por exemplo, quando há uma rutura precoce das membranas (ou seja, rompem-se as águas antes do trabalho de parto). Neste caso, o colo do útero ainda não está preparado para o parto, e este começa mais lentamente. O mesmo pode acontecer quando o bebé é muito grande ou quando a sua saída é dificultada pelo cordão umbilical, que pode estar enrolado à volta do corpo.

Tal como em toda a natureza, um parto rápido não se pode prever com certezas, nem nos casos em que este já começou.

Manter os problemas sob controlo

Com uma dilatação rápida, a mãe não corre o risco de ter lacerações? Efetivamente, um período de expulsão demasiado rápido poderia não ter o mesmo ritmo da dilatação fisiológica das paredes vaginais, que esticam pouco a pouco as suas pregas para abrir caminho para o bebé. Se a mãe tem uma necessidade imperiosa de empurrar quando ainda não terminou a dilatação do colo uterino, este pode lacerar com a passagem do bebé e a mucosa vaginal pode também ter alguns cortes. É difícil haver distensões musculares porque o tecido é mais grosso e resistente.

Um agradável alheamento

Como é que se vive, emocionalmente, este parto tão rápido? Não é possível fazer observações gerais, pois cada mamã vive a experiência de uma forma diferente. Sem qualquer dúvida, é muito mais desagradável um parto lento, com um trabalho esgotante que dá a sensação que o bebé nunca vai sair. Pelo contrário, quando o parto é rápido, é possível que fique um pouco atordoada por ter em tão pouco tempo nos braços o bebé que até há alguns minutos estava na sua barriga. Se tudo correu bem, ficará aliviada por tudo se ter passado de uma forma tão rápida.

Prepare-se para a “surpresa”

O que é que se tem de fazer para que um parto rápido não nos apanhe de surpresa? Basta ter algumas precauções:

  • 15 dias antes da data prevista para o parto, prepare a mala de maternidade com tudo o que é necessário para a estada no hospital.
  • Escolha um hospital ou maternidade que não seja muito longe de casa.
  • Se já tiver outro filho, assim que notar os primeiros sinais de parto, deixe-o com uma pessoa de confiança, com quem já tenha falado antes (e não à última da hora!) desta possibilidade. É melhor incomodar esta pessoa por um falso alarme do que deixar o seu filho sozinho.
  • Combine com o pai para que ele esteja sempre contactável e que tenha sempre o telemóvel consigo.
  • Tenha à mão todos os números de telefone que acha que poderão ser úteis em caso de emergência, sem esquecer o do serviço de táxis (nunca se sabe).

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