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Anestesia espinhal no parto: vantagens e riscos

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A anestesia espinhal ou raquidiana utiliza-se, normalmente, em casos de cesariana ou partos de urgência. Explicamos-lhe como atua este tipo de anestesia local, como se administra e quais as vantagens e desvantagens que apresenta para a mamã.

A anestesia espinhal, também chamada raquidiana, é um tipo de anestesia local que consiste na injeção do medicamento anestésico no interior do líquido cefalorraquidiano, que se encontra no sistema nervoso central. A injeção costuma aplicar-se na região lombar, no espaço entre a segunda e a terceira vértebra lombar, ou no que existe entre a terceira e a quarta vértebra lombar. É um tipo de anestesia que se utiliza em determinados tipos de parto, por exemplo, nos casos de cesariana ou em partos de emergência.

Vantagens e uso da anestesia espinhal

Entre as vantagens da anestesia espinhal encontram-se a facilidade da sua injeção, o seu efeito rápido, a sua baixa percentagem de mortalidade, bem como baixa toxicidade para o organismo e a sua extrema eficácia no relaxamento muscular.

A anestesia espinhal usa-se em intervenções cirúrgicas na parte inferior do abdómen (como, por exemplo, na extração de uma hérnia), bem como em cesarianas programadas ou de emergência, nas quais não é possível colocar um cateter epidural.

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Injeção da anestesia espinhal

Quando se utiliza a anestesia espinhal durante o parto um especialista em obstetrícia ou uma enfermeira devem estar presentes durante, pelo menos, 20 minutos após cada injeção de modo a monitorizar a pressão sanguínea da mãe, bem como o batimento cardíaco do feto, em intervalos de cinco minutos. Também se responsabilizam por verificar se a anestesia foi suficiente e se está a fazer efeito no momento correto.

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Perigos e precauções

Normalmente as anestesias locais são seguras sempre que utilizadas nas doses adequadas. Ainda assim, na maior parte das vezes, as complicações derivam das técnicas de aplicação da anestesia, que podem provocar desde intoxicações sistémicas a paralisias motoras.

Entre as complicações próprias do sistema nervoso central, alguns fatores tais como a hipertensão ou a retenção de líquidos, em conjunto com a administração da anestesia espinhal, podem provocar convulsões, epilepsia persistente, glicémia baixa (no caso de diabetes) ou infeções.

As principais complicações no sistema cardiovascular após a anestesia espinhal são hipotensão, arritmias e paragem cardiorrespiratória.

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