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Mentiras sobre o parto: abaixo os falsos mitos!

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Durante a gravidez, quase todas as mamãs ouvem alguns mitos ou crenças relacionadas com o nascimento do bebé. No entanto, a verdade é que circulam muitas mentiras sobre o parto. Vamos analisar algumas delas.

Quando chega a reta final da gravidez, todas as futuras mamãs anseiam saber em que dia vão dar à luz, quando é que vai chegar o momento e, talvez, encontrar alguma maneira de o antecipar, como forma de preparação para o parto. Como é que se consegue? Para estimular a dilatação, a avó aconselha renunciar ao elevador e subir pelas escadas, a tia sugere que se veja o calendário para averiguar quando é que calha a próxima lua cheia, a amiga “atrevida” recomenda… fazer amor! Mas onde é que está a verdade no meio destas sugestões? Vejamos os principais mitos que circulam sobre o parto e a preparação para o parto.

Depilar a zona púbica

Segundo este mito, a futura mamã deve depilar a púbis para evitar o contágio de bactérias ao recém-nascido. No entanto, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), não é aconselhável depilar-se, pois tal aumenta o risco de infeções nesta zona e, além disso, a falta de pelos púbicos destrói os mecanismos naturais de defesa.

Fazer um clister

Outro mito sobre o parto diz que a futura mamã deve fazer um clister para evitar que o reto esteja ocupado por matéria fecal e que esta possa contaminar o bebé. Não é uma coisa necessária, pois a fisiologia natural do trabalho de parto faz com que a mamã evacue espontaneamente antes do nascimento do bebé. No momento do parto, não existe risco de saírem excrementos ao empurrar.

Comer e beber durante o parto

Diz-se que não é conveniente comer nem beber nada durante o trabalho de parto. Não obstante, os médicos aconselham exatamente o contrário: hidratar-se de forma regular com água ou bebidas isotónicas e alimentar-se moderadamente, com frutas e bolachas, pois o corpo necessita de energia.

A episiotomia é necessária

Acredita-se que a episiotomia, o procedimento cirúrgico que corta o períneo durante o parto, é indispensável para evitar que a mamã sofra uma laceração. No entanto, a OMS adverte que se deve proteger a zona perineal sempre que seja possível. No caso de existir alguma complicação, aí sim, pode ser necessária. Praticar diariamente os exercícios de Kegel fortalece o pavimento pélvico e diminui o risco de episiotomia).

Em seguida, vamos responder a algumas das dúvidas mais frequentes entre as mamãs sobre o momento de dar à luz.

(Também lhe interessa: Vídeo de um parto natural: impressionante!)



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Fazer amor estimula as contrações?
Embora durante os nove meses de gravidez as relações sexuais não possam provocar contrações, quando o tempo chega ao fim estas podem contribuir para aumentar a atividade contrátil. O líquido seminal contém também prostaglandinas, que têm a capacidade de provocar as contrações do útero, preparando-o para a dilatação. Como consequência, durante as últimas semanas de gravidez, as relações sexuais não só não estão proibidas como até são aconselháveis.

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Se se perder líquido amniótico tem-se um “parto seco”?
Quando a bolsa amniótica se rompe, apenas se perde o líquido que se forma na parte baixa do útero. As águas posteriores, que continuam a envolver o bebé, permanecem intactas, sem o deixarem “seco”. No entanto, é verdade que, com as roturas do polo inferior da membrana, falta a pressão que esta bolsa exerce sobre o colo do útero e que facilita a sua distensão e dilatação. 

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Se se realiza um esforço a bolsa amniótica rebenta?
Trata-se de outra crença. As membranas poderiam romper-se se se faz um esforço mais intenso do que o habitual, mas, se as contrações ainda não começaram, a rotura precoce da bolsa não constitui um fator favorável pois o colo do útero não se preparou de forma espontânea. Se a gestação decorrer sem problemas, pode praticar-se uma atividade física moderada.

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Se se expulsa o rolhão mucoso o parto é iminente?
Quando o bebé começa a pressionar com a sua cabecinha, o colo do útero começa a dilatar-se e é possível que o rolhão se expulse. A partir deste momento, podem passar vários dias (entre 7 e 10) antes do bebé nascer, ou pode acontecer que as contrações ganhem intensidade e deem início à dilatação. Não se trata de um sinal de parto iminente mas indica-nos que a gravidez está a chegar ao seu fim.

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É mais provável dar à luz na lua cheia?
Sim. A razão científica que explica esta coincidência ainda não foi descoberta, mas deve ter-se em conta que o ciclo menstrual, quando é regular, dura 28 dias, exatamente o mesmo que o ciclo lunar. Também é importante pensar que as fases lunares têm influência no movimento do mar (originando as marés) e, portanto, nos líquidos. Parece que a lua cheia, mais do que estimular o parto, favorece a rotura das membranas.

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