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O que é a placenta normoinserida

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Durante a gravidez, a placenta é a conexão vital entre a mãe e o bebé, o que a torna um órgão fundamental. A sua formação começa quando o embrião se implanta na parede uterina, aproximadamente uma semana após a fecundação. Explicamos-lhe o que é  a placenta normoinserida.

As células do espermatozoide e do óvulo, que dão lugar ao feto, são as responsáveis por desenvolver a placenta. E o termo “placenta normoinserida” indica que a placenta está bem posicionada e sem nenhum tipo de problema.

A principal função da placenta é a de fazer chegar os nutrientes ao bebé que se está a desenvolver, através do sangue, com o qual oferece hormonas, nutrientes e oxigénio. Outras funções da placenta incluem manter as substâncias nocivas afastadas do bebé, filtrando-as da corrente sanguínea da mãe para que as elimine através dos rins, fabricar hormonas como a gonadotrofina coriónica humana que se mede nos testes de gravidez e que é responsável pela continuação da gravidez, e sintetizar estrogénios, hormonas sexuais femininas que controlam o metabolismo da mãe e contribuem para o crescimento do bebé.

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Onde se situa a placenta normoinserida

A placenta é composta por um elemento materno, uma transformação da mucosa uterina, e por um elemento de origem fetal, chamado trofoblasto. Este elemento fetal é formado por centenas de vasos sanguíneos que se entrecruzam e, na sua evolução com outros elementos da placenta, cria-se a placa coriónica. O elemento materno está em contacto com a parede uterina, chama-se placa basal e é a parte mais extensa da placenta.

Uma vez que se implantou e se segurou bem na parede uterina, a placenta não se mexe. A placenta normoinserta situa-se na parte posterior ou anterior do útero, e não bloqueia o colo uterino pelo qual o bebé vai nascer.

Quando a placenta se situa na parte baixa do útero chama-se placenta prévia, e pode ser oclusiva, se bloqueia completamente o colo do útero, ou não oclusiva, se o faz de modo parcial.

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Evolução da placenta normoinserida

Durante o período de gestação, a placenta passa por diferentes graus de maturação ao longo da sua evolução. São os seguintes:

Grau 0: é o grau inicial da placenta, corresponde aos primeiros dois trimestres de gravidez e caracteriza-se pela placa corial ser igual à placa basal.

Grau I: cerca da 31ª semana, observam-se calcificações na placa corial; a placenta já não é tão homogénea.

Grau II: aproximadamente na 36ª semana e até ao final da gravidez a placenta é irregular, devido aos depósitos de cálcio; a capa basal parece estar separada do miométrio, e a capa coriónica é ondulada e descontínua.

Grau III: a placenta apresenta-se envelhecida ou totalmente calcificada.

Se, antes da 34ª semana, a mulher tiver uma placenta de grau II, esta envelheceu prematuramente e ter-se-á de provocar o parto.

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