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Maturação pulmonar fetal: o que é e quando se pratica

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Se o bebé tivesse de nascer de forma prematura antes das 34 semanas de gravidez, os seus pulmões não teriam alcançado a maturidade suficiente para funcionar de forma normal fora do útero. Nestes casos, recorre-se à maturação pulmonar através de medicamentos. Explicamos-lhe em que consiste.

Durante o desenvolvimento do feto dentro do ventre da mãe, os seus órgãos vitais não demoram a desenvolver-se, embora não alcancem a sua maturidade até ao final da gravidez. No caso dos pulmões, o seu desenvolvimento começa logo no início da gestação. A maturação pulmonar fetal, neste caso artificial, faz referência ao uso de fármacos para acelerar o desenvolvimento pulmonar no caso dos bebés nascidos antes das 34 semanas. Nenhum dos órgãos vitais alcança a maturidade e funcionamento correto até ao final da gestação, e alguns não o fazem até depois do nascimento. O pulmão, neste caso concreto, não alcança a sua maturidade até às 34 semanas de gravidez. Ainda assim, ao nascer, os pulmões ainda têm de se ampliar, pois durante toda a gravidez, como não entrava ar, estavam comprimidos.

A maturação pulmonar fetal acelerada leva-se a cabo quando o bebé vai nascer antes do tempo, por exemplo quando se rompe a bolsa amniótica às 33 semanas, ou quando uma mulher vai ao hospital com contrações antes das 34 semanas.

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Maturação pulmonar: como se leva a cabo

Quando o médico considera que é necessária a maturação pulmonar farmacológica, administra corticoides via injeção intramuscular à mãe durante cerca de 48 horas, aproximadamente (uma injeção por dia).

No caso de se ter de extrair o feto quando a mulher chega ao hospital, ou no caso do parto se precipitar antes do tempo (se não é possível aguardar as 48 horas que demora para se conseguir a maturação pulmonar através da administração de corticoides), então não se leva a cabo o tratamento.

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A maturação pulmonar pode salvar a vida do bebé

A maturação pulmonar farmacológica pode evitar a morte dos bebés prematuros e os seus efeitos secundários não são muito numerosos. Apenas se deve ter em conta o estado da mulher antes da injeção de corticoides. Por isso, antes de levar a cabo o tratamento, o médico realiza um exame completo à mãe para se assegurar que tal não vai supor um problema para a sua saúde ou a do bebé.

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