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Tipos de gravidez extrauterina: como tratá-los

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A gravidez ectópica ou extrauterina acontece quando o embrião nidifica e começa a crescer fora da cavidade uterina. Mas quais os tipos de gravidez ectópica que existem e como se tratam? Explicamos-lhe neste artigo!

Quando o processo de nidação do embrião acontece fora do útero fala-se de uma gravidez extrauterina, também conhecida como ectópica. Na maioria dos casos, o embrião nidifica e começa a crescer na trompa de Falópio. No entanto, também existem casos nos quais a nidação se produz no ovário ou na cavidade abdominal.

Consoante a fase da gravidez, existem diferentes tratamentos. Durante o primeiro trimestre, o tratamento farmacológico costuma ser a melhor opção. Passadas as primeiras semanas de gravidez, o embrião pode já ter crescido tanto que o único tratamento possível passa pela cirurgia.

Mas o que é uma gravidez extrauterina, quais os tipos de gravidez extrauterina que existem e como se podem tratar? Vamos explicar-lhe e ilustrar com imagens).

(Também lhe interessa: Gravidez ectópica: sintomas, causas e tratamentos)

O que é uma gravidez extrauterina

A gravidez extrauterina ou ectópica acontece quando o embrião nidifica antes de chegar à cavidade uterina e começa a crescer. A gravidez extrauterina pode acontecer nas trompas de Falópio, no ovário, na cavidade abdominal ou no cérvix uterino (imagem 1).

Na maioria dos casos, a gravidez ectópica é tubária, ou seja, acontece na trompa de Falópio. Se a nidação se dá no princípio da trompa, trata-se de uma gravidez ectópica ístmica (Imagem 2).

Como se trata uma gravidez extrauterina

Quando a nidação do embrião se dá na trompa de Falópio existem dois tipos de tratamento (Imagem 3):

  • O farmacológico e o cirúrgico. O primeiro consiste em administrar um medicamento chamado metotrexato. Trata-se de um fármaco que acaba por dissolver o embrião, que é depois expulso através de um sangramento indolor.
  • O tratamento com metotrexato pode ser aplicado até ao final do primeiro semestre de gravidez. Se a gravidez estiver mais avançada, a única via será a cirurgia.
  • A cirurgia, por sua vez, poderá ser de dois tipos. Se for possível retirar apenas a secção da trompa que contém a gravidez ectópica, chama-se uma salpingectomia parcial. Nestes casos, é muito provável que a trompa se possa voltar a unir mais tarde preservando assim a fertilidade. A salpingectomia total refere-se às alturas em que se retira toda a trompa. Nestes casos a mulher não perde a fertilidade mas apenas será fértil nos meses em que ovula o ovário que ficou (Imagem 4).

(Também lhe interessa: Acupuntura na gravidez: adeus ao desconforto!)




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Alguma vez teve uma gravidez ectópica? Como foi a sua experiência? A sua história pode ajudar outras mamãs.

 

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