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Crescimento uterino retardado. Causa e diagnóstico

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O que é o crescimento uterino retardado (CIR)? Os especialistas utilizam este termo para designar os casos nos quais o feto é mais pequeno do que o normal durante o período de gestação, seja qual for a sua causa. Vamos falar sobre os fatores que o causam, sobre o seu diagnóstico e prognóstico.

Em primeiro lugar, é necessário realçar que nem todos os bebés que são pequenos sofrem de crescimento retardado intrauterino. Assim, segundo os estudos científicos, apenas um terço de bebés nasce com um peso baixo por motivos de CIR, enquanto os outros dois terços são bebés mais pequenos do que o normal devido a causas genéticas, por exemplo porque os pais também têm baixa estatura e baixo peso. O CIR diminui a velocidade à que, por natureza, um feto deveria crescer dentro do ventre da mamã.

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Possíveis causas do crescimento intrauterino retardado (CIR)

Os especialistas determinaram que a principal causa do CIR é devida a um problema com a placenta, o órgão efémero que transporta os nutrientes e o oxigénio ao bebé durante a gestação. Por sua vez, é possível que o bebé não receba nutrientes e oxigénio suficientes devido à mãe passar longos períodos de tempo em altitudes elevadas durante a gravidez, sofra de pré-eclâmpsia ou se trate de gravidezes múltiplas.

As malformações fetais, as alterações genéticas, as infeções da mãe durante a gravidez ou a tensão arterial muito elevada também podem contribuir para o aparecimento do crescimento intrauterino retardado. É necessário ter em atenção que estas causas estão fora do alcance da mamã, pelo que ela não se deverá sentir culpada se tal acontecer. Não obstante, há uma série de hábitos que causam CIR e se podem evitar: fumar, beber álcool ou ingerir drogas.

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Como é que se diagnostica o crescimento intrauterino retardado?

Para diagnosticar o crescimento intrauterino retardado realizam-se várias ecografias durante a gravidez para ver se o feto está a crescer de forma adequada. Estes estudos avaliam as dimensões do pequeno, da sua cabeça, abdómen e pernas. Por conseguinte, uma ecografia é um bom método para calcular o peso do bebé.

Por outro lado, com as ecografias doppler pode estudar-se o funcionamento da placenta e também avaliar como está o sangue a chegar ao feto, o que também é um reflexo do correto envio de alimento e oxigénio ao bebé.

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Este tipo de ecografias também é bom para observar o movimento do feto no ventre. Normalmente os bebés com CIR mexem-se muito pouco. Se numa ecografia se deteta que o feto é pequeno, o médico poderá determinar que se têm de fazer ecografias mais frequentemente e, além disso, realizar-se-á um Doppler para complementar o diagnóstico.

Em muitos casos, se o feto não estiver a crescer adequadamente ou a placenta der muitos problemas, provoca-se o parto antes da data, embora o mais habitual é não ser necessário adiantar.

Se o bebé nasceu prematuramente será conveniente ficar sob vigilância no hospital até que seja capaz de respirar e comer com total normalidade. Com o tempo o bebé irá crescer adequadamente e vai acabar por alcançar o peso e estatura normais, dado que o problema com a placenta deixará de existir. Em resumo, os bebés com CIR acabam por, em médio prazo, ter uma estatura e um peso normais.

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