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Eclâmpsia na gravidez: sintomas e riscos

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A hipertensão é um sintoma muito comum em mulheres grávidas. De facto, aproximadamente 10% das mulheres sofrem de tensão alta durante a gravidez, que em casos muito específicos pode derivar em eclâmpsia, uma situação grave.

A eclâmpsia é uma complicação muito grave da pré-eclâmpsia, ou hipertensão, persistente a partir das 20 semanas de gravidez. A eclâmpsia é pouco comum nos países desenvolvidos e a taxa de mortalidade é seis vezes maior em países em vias de desenvolvimento.

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Os riscos e os sintomas da eclâmpsia

A pré-eclâmpsia ocorre entre 2 e 10% das gravidezes e é percursora da eclâmpsia. A pré-eclâmpsia diagnostica-se ao terem-se repentinamente sintomas como uma tensão arterial elevada, frequentemente acompanhada de dores de cabeça, dores abdominais, enjoos, vómitos ou sensibilidade excessiva à luz, entre outros, a partir da vigésima semana de gravidez.

A pré-eclâmpsia é a principal causa de mortalidade materna, bem como a causadora de 20% dos partos prematuros, de 15% das restrições de crescimento intrauterino (RCIU), da acidose láctica, um considerável número de casos de mortalidade infantil e outras complicações. Uma vez diagnosticada a pré-eclâmpsia, o médico terá de manter um exaustivo controlo da saúde da mãe e do bebé até após a etapa do pós-parto.

Sob controlo médico e com um tratamento adequado, será muito difícil que evolua até ao seu estado mais grave, a eclâmpsia, Se a pré-eclâmpsia se torna tão severa que passa para eclâmpsia, a mãe pode ter convulsões durante a gravidez e pós-parto.

Sem tratamento, as convulsões eclâmpticas podem originar um coma, danos cerebrais e até a morte da mãe ou do seu bebé.

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Pode repetir-se a eclâmpsia numa segunda gravidez?

No caso de ter sofrido de pré-eclâmpsia na primeira gravidez, a probabilidade de tal se repetir numa segunda gravidez aumenta até cerca de 60%. Os médicos  serão responsáveis por indicar a idoneidade de pré-eclâmpsia na primeira gravidez, bem como o tratamento preventivo a seguir mais apropriado.

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