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Introdução dos alimentos na dieta do bebé

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Tem dúvidas acerca de quando e como introduzir os alimentos sólidos na dieta do bebé? Oferecemos-lhe um esquema de alimentação que a poderá guiar na altura de os introduzir, dos seis meses até ao primeiro ano. Tome nota!

 Aquele que foi, por muitos anos, chamado de “desmame” é o período no qual alimentação do bebé se começa a diversificar, introduzindo-se progressivamente ao bebé comida sólida que inicialmente vai acompanhar as tomas de leite para, depois, as substituir gradualmente, até que o pequeno, uma vez abandonada a condição de lactente, comece a comer em função dos ritmos e costumes de toda a família. A receita mais eficaz para o ajudar nesta delicada etapa é uma mistura de paciência, compreensão e respeito dos ritmos naturais, unida a uma certa firmeza, que permita ao bebé seguir uma direção claramente marcada.

Quando e como começar

Quando abordamos o tema da introdução dos primeiros alimentos diferentes do leite na dieta do bebé, as indicações dos pediatras são menos rígidas do que há cerca de dez anos. Por exemplo, não é estritamente necessário começar com os cereais ou a fruta, dar a primeira papa ao almoço ou oferecer ao bebé os alimentos um a um, deixando passar uns dias antes de se introduzir um novo alimento. Atualmente, a introdução dos alimentos pode ser iniciada com a carne, a primeira papa pode ser dada à noite e podem oferecer-se, ao mesmo tempo, vários alimentos novos.

Não obstante, algumas mamãs preferem optar por um esquema mais tradicional que, de facto, corresponde mais à nossa cultura mediterrânica. Apresentamos em seguida esses passos mais comuns no processo de desenvolvimento da alimentação do bebé.
Veja o vídeo e active as legendas! 



Quando começar
O ideal é iniciar a introdução de alimentos aos seis meses. Até este momento, o leite materno é mais do que suficiente para garantir ao pequeno um crescimento adequado. De facto, a Organização Mundial de Saúde recomenda a amamentação materna em exclusividade durante, pelo menos, os seis primeiros meses de vida do bebé, e aconselha continuar com a amamentação, juntamente com outros alimentos, até aos dois anos ou mais. A Comunidade Científica Pediátrica recomenda não introduzir nenhum alimento diferente de leite antes das 17 semanas de vida, mas não esperar para além das 26 semanas para o fazer.

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Quando começar
O ideal é iniciar a introdução de alimentos aos seis meses. Até este momento, o leite materno é mais do que suficiente para garantir ao pequeno um crescimento adequado. De facto, a Organização Mundial de Saúde recomenda a amamentação materna em exclusividade durante, pelo menos, os seis primeiros meses de vida do bebé, e aconselha continuar com a amamentação, juntamente com outros alimentos, até aos dois anos ou mais. A Comunidade Científica Pediátrica recomenda não introduzir nenhum alimento diferente de leite antes das 17 semanas de vida, mas não esperar para além das 26 semanas para o fazer.

5-6 meses: cereais e fruta
Segundo o esquema tradicional, os cereais e a fruta são os primeiros alimentos que se introduzem na dieta do lactente. As primeiras papas de cereais são de arroz e milho, pois não contêm glúten. Para começar, é suficiente cerca de duas colheres adicionadas ao biberão de leite de continuação (ou leite materno), para depois ia aumentando gradualmente a quantidade e oferecer a papa no prato. Mais tarde, quando o aparelho digestivo do bebé já estiver em condições de assimilar o glúten, podem introduzir-se outros cereais como o trigo, a cevada, a espelta, o centeio ou a aveia. No que concerne à fruta, pode começar-se com um puré de maçã, pera e banana, muito bem triturado, em substituição da toma da tarde, sem adicionar açúcar na sua preparação. De forma gradual, podem ir-se introduzindo novas frutas como a laranja, o pêssego ou a uva e ir aumentando a consistência dos purés, até oferecer a fruta em pedaços, a partir do ano.

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5-6 meses: cereais e fruta
Segundo o esquema tradicional, os cereais e a fruta são os primeiros alimentos que se introduzem na dieta do lactente. As primeiras papas de cereais são de arroz e milho, pois não contêm glúten. Para começar, é suficiente cerca de duas colheres adicionadas ao biberão de leite de continuação (ou leite materno), para depois ia aumentando gradualmente a quantidade e oferecer a papa no prato. Mais tarde, quando o aparelho digestivo do bebé já estiver em condições de assimilar o glúten, podem introduzir-se outros cereais como o trigo, a cevada, a espelta, o centeio ou a aveia. No que concerne à fruta, pode começar-se com um puré de maçã, pera e banana, muito bem triturado, em substituição da toma da tarde, sem adicionar açúcar na sua preparação. De forma gradual, podem ir-se introduzindo novas frutas como a laranja, o pêssego ou a uva e ir aumentando a consistência dos purés, até oferecer a fruta em pedaços, a partir do ano.

6 meses: verduras e carnes brancas
As verduras introduzem-se na dieta do bebé a partir dos seis meses, em forma de purés ou sopas. Deve dar-se preferência às de sabor mais doce como as cenouras, as batatas e o feijão-verde, pois assim é mais fácil que sejam aceites pelo bebé. Ao cabo de cerca de duas semanas, os purés de verduras podem enriquecer-se com carne, inicialmente em poucas quantidades e finamente triturada. Recomenda-se começar pelas carnes brancas, como o frango e o peru, que são mais digestas e têm um sabor mais suave.

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6 meses: verduras e carnes brancas
As verduras introduzem-se na dieta do bebé a partir dos seis meses, em forma de purés ou sopas. Deve dar-se preferência às de sabor mais doce como as cenouras, as batatas e o feijão-verde, pois assim é mais fácil que sejam aceites pelo bebé. Ao cabo de cerca de duas semanas, os purés de verduras podem enriquecer-se com carne, inicialmente em poucas quantidades e finamente triturada. Recomenda-se começar pelas carnes brancas, como o frango e o peru, que são mais digestas e têm um sabor mais suave.

7 meses: carnes vermelhas
Neste momento, já se pode adicionar ao puré a carne vermelha (vaca, borrego…) e novas verduras, como a courgette, a abóbora, o aipo, os espinafres, etc. 
Para manter intactos os nutrientes das verduras e da carne, o melhor é cozê-las ao vapor. De todos os modos, é importante não adicionar sal ao puré, para que o bebé não crie, desde pequenito, uma excessiva “simpatia” por alimentos salgados.

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7 meses: carnes vermelhas
Neste momento, já se pode adicionar ao puré a carne vermelha (vaca, borrego…) e novas verduras, como a courgette, a abóbora, o aipo, os espinafres, etc. 
Para manter intactos os nutrientes das verduras e da carne, o melhor é cozê-las ao vapor. De todos os modos, é importante não adicionar sal ao puré, para que o bebé não crie, desde pequenito, uma excessiva “simpatia” por alimentos salgados.

9 meses: peixe
Os primeiros pedaços de peixe podem incorporar-se ao puré de verduras a partir dos nove meses. Aconselha-se começar por peixes brancos (linguado, pescada, tamboril, etc.), pois contêm menos gorduras e digerem-se com facilidade. Para dar ao bebé peixe azul (atum, sardinhas, etc.), teremos de esperar até aos 18 meses; os crustáceos terão de ser evitados até aos dois anos. É muito importante assegurar-se que o peixe é fresco. Em caso de dúvidas, recorremos ao peixe congelado: em termos nutritivos não deve nada ao fresco e oferece uma maior garantia de segurança higiénica.

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9 meses: peixe
Os primeiros pedaços de peixe podem incorporar-se ao puré de verduras a partir dos nove meses. Aconselha-se começar por peixes brancos (linguado, pescada, tamboril, etc.), pois contêm menos gorduras e digerem-se com facilidade. Para dar ao bebé peixe azul (atum, sardinhas, etc.), teremos de esperar até aos 18 meses; os crustáceos terão de ser evitados até aos dois anos. É muito importante assegurar-se que o peixe é fresco. Em caso de dúvidas, recorremos ao peixe congelado: em termos nutritivos não deve nada ao fresco e oferece uma maior garantia de segurança higiénica.

10 meses: ovo
Aos 10 meses, pode começar a dar ao bebé uma colher de sobremesa de chá de gema de ovo, sempre muito bem cozida. Se não se produzem reações alérgicas, durante as 48 horas seguintes à sua administração, pode dar-se uma colher em dias alternados, até passar a uma gema. A clara tem um maior poder alergénico, pelo que a sua introdução se recomenda apenas a partir do ano, começando por uma quantidade muito pequena dissolvida na papa.

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10 meses: ovo
Aos 10 meses, pode começar a dar ao bebé uma colher de sobremesa de chá de gema de ovo, sempre muito bem cozida. Se não se produzem reações alérgicas, durante as 48 horas seguintes à sua administração, pode dar-se uma colher em dias alternados, até passar a uma gema. A clara tem um maior poder alergénico, pelo que a sua introdução se recomenda apenas a partir do ano, começando por uma quantidade muito pequena dissolvida na papa.

10-12 meses: legumes
Lentilhas, grão-de-bico, ervilhas, feijões… Nesta idade costumam-se introduzir os primeiros legumes na dieta do bebé (se bem que alguns pediatras recomendam a sua introdução a partir dos oito meses). Inicialmente, damos os legumes em forma de cremes ou purés. Depois, podemos oferecê-los inteiros, procurando servi-los muito cozidos e juntamente com algum tipo de cereal. No caso das lentilhas, é melhor escolher as que não têm pele, pois são mais digestas. Se utilizarmos grão-de-bico seco, é importante mantê-lo de molho durante, pelo menos, 10 horas em água antes de cozer.

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10-12 meses: legumes
Lentilhas, grão-de-bico, ervilhas, feijões… Nesta idade costumam-se introduzir os primeiros legumes na dieta do bebé (se bem que alguns pediatras recomendam a sua introdução a partir dos oito meses). Inicialmente, damos os legumes em forma de cremes ou purés. Depois, podemos oferecê-los inteiros, procurando servi-los muito cozidos e juntamente com algum tipo de cereal. No caso das lentilhas, é melhor escolher as que não têm pele, pois são mais digestas. Se utilizarmos grão-de-bico seco, é importante mantê-lo de molho durante, pelo menos, 10 horas em água antes de cozer.

12 meses: leite de crescimento
Depois do primeiro ano de vida, se a mamã já não dá mama, pode passar-se ao leite de crescimento, cuja composição se adapta às necessidades nutricionais dos bebés de 1 a 3 anos: o leite de crescimento tem mais ferro e vitaminas do que o leite de vaca, mas é menos proteico. Isto representa uma vantagem, pois diferentes estudos provaram que um excesso de proteínas pode favorecer o desenvolvimento de obesidade infantil.

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12 meses: leite de crescimento
Depois do primeiro ano de vida, se a mamã já não dá mama, pode passar-se ao leite de crescimento, cuja composição se adapta às necessidades nutricionais dos bebés de 1 a 3 anos: o leite de crescimento tem mais ferro e vitaminas do que o leite de vaca, mas é menos proteico. Isto representa uma vantagem, pois diferentes estudos provaram que um excesso de proteínas pode favorecer o desenvolvimento de obesidade infantil.

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Comentários (1)

Olá. Ainda tenho muitas dúvidas sobre a introdução de alimentos na alimentação do meu bebé. Ele tem 5 meses e meio e comecei a dar-lhe sopinha com 2 legumes fixos e um que vou introduzindo novo em cada 3 dias. Depois tento dar-lhe uma frutinha logo a seguir á sopa ou ao meio da tarde, mas quando come a fruta a seguir á sopa já não lha dou ao meio da tarde. Será que já poderia introduzir a papinha sem gluten ao meio da tarde? Não sei muito bem quais são os legumes que lhe posso dar nesta altura. Gostaria que me ajudassem com uma tabelinha, com os alimentos e os horários. Agradecia muito obrigada
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