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Ácido fólico na gravidez e os alimentos que o contêm

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O ácido fólico é uma vitamina essencial para o desenvolvimento do bebé, antes e durante a gravidez. Vejamos porque é tão importante esta substância ao longo da gestação e que alimentos são ricos em ácido fólico.

Na gravidez, o ácido fólico, ou vitamina B12, é muito importante. O seu consumo é essencial na alimentação da grávida e da mulher que quer engravidar. Para entender a importância do ácido fólico na gestação, é preciso ter em conta que o organismo humano se serve normalmente desta substância para:

Construir as células. Durante a gravidez, as células do organismo materno são submetidas a um esforço extra, visto que contribuem para o desenvolvimento do feto.

Prevenir uma forma específica da anemia, denominada “megaloblástica”, caracterizada por glóbulos vermelhos maiores que o normal, que, no entanto, possuem pouca hemoglobina, a substância que transporta o oxigénio aos órgãos e tecidos.

Se, no início da gravidez, as reservas de ácido fólico forem escassas devido a uma alimentação desadequada, no decurso dos nove meses correm o risco de se esgotarem por completo, com o perigo consequente de causar uma anemia megaloblástica. Por este motivo, torna-se importantíssimo que desde o princípio da gestação programe a sua alimentação com o ginecologista e consuma os alimentos apropriados, se for necessário.

(Também lhe interessa: Doenças na gravidez)

Para que serve e o que previne o ácido fólico na gravidez

Inúmeros estudos evidenciam que as futuras mães, que consomem doses corretas de ácido fólico durante a gravidez, têm menos probabilidades de ter um bebé com malformações do sistema nervoso central, tais como:

• Desenvolvimento incompleto do cérebro.

Espinha bífida: espinha dorsal que não se acabou de fechar, com alterações da medula.

• O ácido fólico contribui, ainda, para prevenir defeitos de lábios, palato, coração, rins e extremidades. Daí que seja fundamental proporcionar ao embrião uma quantidade adequada de ácido fólico durante as suas primeiras 4-8 semanas de gestação, período em que se dá a formação dos principais órgãos. Se considerarmos que, na maioria dos casos, ao fim do primeiro mês de gravidez ainda não se tem consciência de que se espera um filho, é aconselhável que as mulheres que planeiam engravidar comecem a tomar ácido fólico alguns meses antes da conceção, cumprindo as indicações do seu ginecologista.

Alimentos com ácido fólico

A chamada “dieta mediterrânica” é uma garantia de consumo suficiente de ácido fólico para o organismo. No entanto, não basta escolher os alimentos adequados. É preciso ter em conta que esta vitamina é um pouco instável quando exposta a temperaturas elevadas (perde parte das suas propriedades quando sujeita a cozedura) e à luz (os alimentos que a contêm devem ser conservados em locais sem exposição ao sol direto).

É muito importante que haja um consumo adequado de ácido fólico, mesmo antes de engravidar, já que esta vitamina vai prevenir os defeitos do tubo neural do feto. Para além da quantidade que é ingerida com os alimentos, recomenda-se normalmente um suplemento, receitado pelo médico. Os alimentos ricos em ácido fólico são as verduras de folha verde, como o espinafre, os brócolos, as acelgas, os espargos, a couve-flor e os agriões. Os legumes e os cereais integrais também são uma boa fonte de ácido fólico. Quanto às frutas com maior teor de ácido fólico, destacamos as laranjas, os morangos, os melões e as bananas.

Que quantidade de ácido fólico se deve tomar

No que diz respeito à quantidade diária adequada de ácido fólico, durante a gravidez, é preciso notar que, gravidez à parte, os valores ideais equivalem a 0,2mg. (dose válida tanto para homens como para mulheres). Para uma grávida, a quantidade diária necessária é de 0,4-0,8mg.

 O organismo humano não é capaz de produzir ácido fólico, tal como acontece com a maioria das vitaminas. Por conseguinte, é importante consumi-lo através dos alimentos que o contêm. O facto de consumir diariamente uma boa quantidade de frutas e verduras é, sem dúvida, um bom hábito. No entanto, para ajudar o embrião a desenvolver-se de forma regular e a garantir que lhe são fornecidos 0,4-0,8mg diários de ácido fólico, é necessário um consumo adicional, que pode conseguir-se de dois modos:

• Consumo diário de um medicamento que o contenha, indicado e prescrito pelo ginecologista.

Consumo de alimentos enriquecidos com ácido fólico, especiais para mulheres grávidas.

 




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Comentários (1)

Amei a reportagem tirou me as dúvidas
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