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Icterícia no bebé: o que fazer

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A icterícia no bebé não é propriamente uma doença, mas um sintoma que pode indicar uma doença de fígado. Em que consiste, como tratar este problema e quando se torna necessário recorrer ao pediatra?

Quando o bebé padece de icterícia, a sua pele e as escleróticas (o branco dos olhos) assumem um tom amarelado. Isto porque o organismo destrói rapidamente os glóbulos vermelhos do sangue. Em alguns casos, as fezes também ficam com um tom esbranquiçado e a urina, castanha.

Não se trata propriamente de uma doença, mas sim de um sintoma que pode indicar uma doença de fígado (por exemplo, uma hepatite) ou um problema capaz de provocar a rápida destruição dos glóbulos vermelhos e, como consequência, uma anemia como, por exemplo, o favismo.

Causas e sintomas da icterícia

Em geral, os glóbulos vermelhos degradam-se e são destruídos pelo organismo de 4 em 4 meses. A hemoglobina, a proteína que confere a cor vermelha brilhante ao sangue, transforma-se assim na bilirrubina, de cor amarelada. Normalmente, a mudança de cor na pele e nas escleróticas é tão lenta que não se nota. No entanto, se os glóbulos vermelhos se destroem rapidamente, a pele e as escleróticas dos olhos assumem o característico tom amarelado da icterícia.

Trata-se de uma situação bastante frequente durante os primeiros dias do bebé (a icterícia neonatal está presente em 60% dos bebés nascidos dentro do tempo e em 80% dos prematuros, devido ao facto de que o fígado do bebé ainda não é totalmente eficiente), mas não tanto em idades subsequentes.

Tratamento da icterícia

 O tratamento da icterícia varia conforme a causa que a originou. No caso dos recém-nascidos, por exemplo, a icterícia neonatal pode resultar de três causas diferentes e, em função de cada uma, ter uma designação específica: icterícia fisiológica (o tratamento consiste em expor o recém-nascido, do terceiro ao sexto dia de vida, à luz de lâmpadas azuis por ciclos de 12 horas), icterícia devida ao leite materno (este pode conter uma hormona que diminui a capacidade do fígado para eliminar a bilirrubina) ou a icterícia devida a incompatibilidade entre o sangue da mãe e o do bebé (este problema pode ser identificado desde o início da gravidez, graças à análise pré-natal, o que permite uma intervenção para prevenir consequências).

Quando recorrer ao pediatra

Qualquer que seja a forma como se apresente, a icterícia é um sintoma, pelo que não deve ser desvalorizada nem desleixada: por este motivo é absolutamente necessário levar a criança a uma consulta com o pediatra, que será útil para identificar a origem do problema e resolvê-lo.

O que sucede se a icterícia aumenta demasiado

A bilirrubina passa para o cérebro e pode danificar algumas zonas destinadas ao controlo dos movimentos. Por isso, quando a bilirrubina ultrapassa um determinado nível, recorre-se a uma fototerapia: a criança é exposta durante certos períodos de tempo, maiores ou menores, a uma luz azulada e de alta densidade que decompõe a bilirrubina presente no sangue.

Em casos mais raros, pode ser necessário administrar fármacos e recorrer a transfusões de sangue.

(Também lhe interessa: Doenças de crianças)




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