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Síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva em crianças

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Algumas crianças que ressonam durante a noite podem sofrer da síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva. Neste artigo, explicamos-lhe em que consiste e que métodos existem para a tratar.

A síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS) consiste na interrupção, durante o sono, do fluxo de ar que penetra nos pulmões. Essa interrupção pode durar mais de dez segundos e é acompanhada de profundos esforços respiratórios.

A descrição clássica desta síndrome foi publicada em 1892. A causa mais frequente é um aumento crónico das amígdalas e também das adenoides, o que pode influenciar o desenvolvimento corporal, e inclusive mental, da criança.

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Como consequência, o sono noturno da criança é seriamente afetado: a expiração é pesada e ruidosa, com pausas frequentes, seguida de inspirações estrepitosas.

Diagnóstico da síndrome da apneia do sono 

- A complexidade desta síndrome na idade infantil e as suas possíveis consequências tornam imprescindível o seu rápido diagnóstico. A criança com SAHOS apresenta diversas manifestações noturnas: ressona (embora nem todas as crianças que ressonam tenham SAHOS), tem um sono inquieto e agitado, dificuldades respiratórias, despertares repetidos e deixa de respirar (apneia). Também pode apresentar movimentos continuados, aumento da frequência respiratória e esforços inspiratórios sem que se consiga a entrada de ar.

- A repetição destes episódios conduz a uma alteração profunda do padrão normal de sono. A incidência de terrores noturnos e sonambulismo é muito superior nas crianças com SAHOS. Os episódios podem acabar num despertar angustiado. Alguns pais sacodem os filhos, para tentar terminar com essa fase da apneia. É frequente a criança acordar transpirada e que lhe escape algum xixi.

- Também são frequentes os sinais diurnos: respiração pela boca, secura da boca ao despertar, dor de cabeça matinal, défice de atenção e hiperatividade, e problemas de comportamento.

- Além disso, estas crianças costumam sofrer frequentemente de infeções nas vias respiratórias superiores, originando assim um absentismo escolar que, adicionado aos efeitos da alteração do sono, contribui para dificuldades de aprendizagem.

Tratamento da síndrome da apneia do sono 

O primeiro tratamento na extração das amígdalas e das adenoides. Esta operação não está isenta de riscos. Em muitos hospitais pratica-se um tratamento alternativo à extração completa das amígdalas. Trata-se de uma redução do tamanho destas, mediante laser de CO2. Esta técnica, que se tem tornado cada vez mais fiável, é muito menos agressiva que a cirurgia, não precisa de internamento pós-operatório e apresenta menos inconvenientes, como hemorragias ou dores após a intervenção.

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