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Gravidez anembrionária: o que é, sintomas e causas

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Estima-se que metade das gravidezes terminam num aborto espontâneo, um facto que, apesar de ser muito duro, é uma realidade. Em 50% dos casos, acontece quando o óvulo fertilizado se implanta no útero mas o embrião não se desenvolve. A este fenómeno chama-se gravidez anembrionária. Mas em que consiste exatamente? Quais são as suas causas? Tire as suas dúvidas!

A gravidez anembrionária é um tipo de aborto espontâneo que se produz quando o embrião resultante do óvulo fecundado deixa de se desenvolver numa fase muito precoce, ou quando este não se chega a formar. Os especialistas chamam-no de “ovo cego”, “gravidez de ovo vazio” ou “saco gestacional vazio”.

A verdade é que não se pode fazer absolutamente nada para o evitar e, na grande maioria dos casos, apenas acontece uma vez. É provável, ainda assim, que a mãe não chegue a saber que teve uma gravidez anembrionária até passados três meses.

Quais os sintomas de uma gravidez anembrionária?

Quando temos uma gravidez deste tipo, os resultados do teste de gravidez são positivos, dado que a placenta se começou a desenvolver e a segregar a hormona da gravidez, a gonadotrofina coriónica humana. De facto, é provável que se comecem a sentir os sintomas clássicos do parto, como os enjoos, a dor nas mamas ou o cansaço. É possível que também tenha cãibras abdominais semelhantes às da menstruação.

Mais adiante, os níveis de hormonas começam a baixar e os sintomas diminuem. A mulher terá, muito provavelmente, um sangramento vaginal moderado.

(Também lhe interessa: Implantação do embrião ou Fecundação in vitro)

Qual é a causa da gravidez sem embrião?

Segundo os especialistas, a gravidez anembrionária, ou gravidez sem embrião, poderia ser causada por uma divisão anormal de células, ou inclusive dever-se a uma má qualidade do esperma ou dos óvulos. O próprio corpo da mulher é quem reconhece a irregularidade e detém a gravidez provocando, assim, o aborto espontâneo.

Em muitos casos, a gravidez anembrionária é devida a uma alteração genética durante a fecundação. Algumas das alterações cromossómicas mais frequentes são, por exemplo, trissomias, monossomias ou poliploidias.

Apesar da gravidez sem embrião não se poder prevenir, demonstrou-se que grande parte dos abortos espontâneos e transtornos da gravidez estão relacionados com a idade da mãe, especialmente a partir dos 40 anos de idade. Por outro lado, um estudo recente do Instituto de Pediatria da Universidade de Pequim, considera que também têm grande influência os baixos níveis de ácido fólico e vitamina K ou B.

Quando se pode voltar a conceber?

Os médicos costumam aconselhar que, depois de ter sofrido uma gravide anembrionária, não se retomem os planos de conceção até ter o período, o que é provável que aconteça entre quatro e seis semanas depois do aborto espontâneo ou de se retirar o tecido, o que se chama de curetagem.

É completamente normal, depois do aborto, que os pais se sintam tristes e em baixo devido a esta perda precoce. Muitas mulheres demoram meses a recuperar o interesse por conceber de novo. O importante é receber apoio moral dentro do casal e família para, quando os futuros papás considerarem oportuno, tentar aventurar-se outra vez no complexo e fascinante mundo da maternidade e da paternidade.

(Também lhe interessa: Porque é que acontece um aborto espontâneo?)

Alguma vez teve uma gravidez anembrionária ou um aborto espontâno? Como é que se sentiu e como reagiu? Conte a outras mamãs a sua experiência no Fórum Salvamamãs!

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