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Gânglios inflamados na criança: causas e tratamentos

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Apercebeu-se que a criança ou o bebé tem um ou mais gânglios inflamados? Indicará algum problema? Quais serão as causas e os tratamentos possíveis? Tudo o que deve saber sobre os gânglios inflamados, aqui.

Trata-se de uma das questões que mais preocupa as mães. No entanto, na maioria dos casos, este receio não tem fundamento pois os gânglios são como sentinelas que se põem “em guarda” quando algo não funciona no organismo, ainda que se trate de um problema sem importância.

Causas para os gânglios inflamados 

- As linfadenopatias, ou seja, as alterações do tamanho, número e consistência dos gânglios linfáticos, têm uma origem infeciosa (bacteriana ou viral) na maioria dos casos, e resolvem-se espontaneamente em 4-6 semanas. Afetam quase todas as crianças e, em 80% dos casos, os gânglios inflamados estão relacionados com infeções sem gravidade, como faringites, amigdalites, rinites e conjuntivites. Com uma menor frequência, são provocados por infeções mais sérias, como a mononucleose, e, em casos muito raros, são sintoma de doenças graves, imunitárias ou neoplásicas.

(Também lhe interessa: Conjuntivites na criança: infecciosas e alérgicas)

- Não esquecer que o organismo infantil é muito rico em tecido linfático. É, portanto, inevitável que os gânglios inflamados sejam um fenómeno frequente, também porque as crianças têm respostas imunitárias mais evidentes e tendência para adoecer mais que os adultos, com repetidas infeções bacterianas, sobretudo, a partir do primeiro ano e até aos quatro anos. De igual modo, os gânglios linfáticos inflamados podem ser mais ou menos percetíveis ao tato em função da magreza da criança. É menos frequente em bebés pequeninos, mas em crianças mais velhas (entre os dois e os 15 anos), que tenham sofrido uma infeção, já é mais fácil perceber os gânglios inchados: é a prova de que o seu sistema imunitário funciona. Os gânglios que mais se inflamam na idade pediátrica são os da cabeça e os do pescoço.

Como tratar os gânglios inflamados

- Febre persistente, aspeto séptico (quer dizer, um quadro em que a criança tem um tom amarelado, não come, queixa-se e chora de forma inconsolável) e há um agravamento das condições gerais, podem indicar uma infeção bacteriana grave. Quando há suspeita de linfadenopatia aguda, é aconselhável uma vigilância constante.

- No entanto, na maioria dos casos, principlamente, se também há febre ou rinite, costuma tratar-se apenas de uma infeção viral das vias respiratórias superiores, que deve ser atacada com um tratamento sintomático: antipiréticos, se a febre provocar mal-estar, e não anti-inflamatórios, visto que a inflamação é uma ótima defesa para as crianças. Nalguns casos pode ser necessário recorrer aos antibióticos.

(Também lhe interessa: Febre: o que fazer ao bebé com febre?)

- Em 80% dos casos, a faringite é de origem viral, e cura-se com um tratamento sintomático, se necessário. Se a febre causa mal-estar, recorra ao paracetamol, estão desaconselhados medicamentos como os anti-inflamatórios, os xaropes para a tosse e os fluidificantes.

- No caso da faringoamigdalite aguda, pode ponderar-se a conveniência de fazer um esfregaço faríngeo ou então um teste rápido do estreptococo, que pode ser efetuado pelo pediatra, no centro de saúde.

- No tratamento da otite, o principal é acalmar a dor, com paracetamol ou ibuprofeno. O pediatra determinará se é necessário recorrer a um tratamento com antibióticos ou ficar simplesmente “alerta”.

(Também lhe interessa: Otite nas crianças: o que deve saber)

- Em caso de rinite, a primeira coisa a fazer é distinguir se se trata de uma forma alérgica ou viral. A segunda resolve-se sozinha numa semana: as irrigações nasais podem trazer alívio, enquanto os antibióticos, os mucolíticos e os anti-inflamatórios estão proibidos.

- A conjuntivite de origem infeciosa (que não se deve confundir com a alérgica) é tratada com um colírio à base de cortisona, que pode ter efeitos secundários significativos e só deve ser prescrita pelo pediatra.

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