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Autismo: tudo o que deve saber

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O autismo é detetado durante os primeiros anos de vida. Hoje explicamos-lhe em que consiste esta patologia, quais são os sintomas, como se deteta e quais os tratamentos possíveis para crianças com autismo. Um guia prático e completo sobre o autismo!

O autismo é transtorno que pode ser identificado antes dos dois anos de idade. Por essa razão, é necessário conhecer os sintomas para possibilitar a sua deteção o mais cedo possível, assim como conhecer os tratamentos que podem ser efetuados.

Em que consiste o autismo?

O autismo é um transtorno do desenvolvimento que se caracteriza pela incapacidade de estabelecer um contacto habitual com o mundo exterior. A criança autista tem uma grande dificuldade em comunicar com os outros, não apenas do ponto de vista verbal, mas sim em todos os aspetos que envolvam interação social.

As crianças autistas são acanhadas, alheadas e vivem num mundo interior muito fechado. Mostrar indiferença relativamente ao que acontece à sua volta e mantêm relações afetivas e sociais muito limitadas. Esta patologia afeta mais meninos do que meninas. Calcula-se que uma em cada 500 crianças sofra esta síndrome.

Qual é a causa do autismo?

A causa do autismo é, ainda hoje, desconhecida. Alguns especialistas apontam para problemas neurológicos (um desenvolvimento anormal das células nervosas); outros, afirmam que se trata de uma patologia hereditária. Não obstante, ainda não existem provas conclusivas.

Quais são os sintomas do autismo?

As manifestações de autismo mais comuns são:

O bebé rejeita qualquer contacto pessoal e não quer que lhe peguem ao colo, que o abracem ou beijem.

Sorri muito pouco, não se move e praticamente não chora (ainda que por vezes tenha um choro sem causa aparente).

• Quando são um pouco mais crescidas, as crianças autistas apresentam atrasos consideráveis na fala.

São incapazes de se relacionar com adultos e com crianças da sua idade, mostrando preferência pelos brinquedos em vez das pessoas.

Efetuam movimentos repetitivos com as mãos, a cabeça ou o corpo como balançar ou enrolar o cabelo.

• Manifestam rotinas obsessivas (por exemplo, brincar com um sapato durante todo o dia).

• Demonstram relutância perante qualquer modificação produzida no seu ambiente, reagindo com ataques de ira, violência e, até, autoagressão.

• As crianças autistas têm sempre a mesma expressão, independentemente da circunstância ou situação em que se encontrem.

É necessário ter em conta que existem outros transtornos que se podem manifestar com sintomas muito semelhantes aos ao autismo. Por exemplo, as crianças com deficiência auditiva também apresentam dificuldade na fala e na reação a determinados estímulos.

Para afastar qualquer dúvida, é importante consultar o pediatra, que irá encaminhar a criança para uma consulta de pedopsiquiatria. O pedopsiquiatra é o especialista que poderá efetuar o diagnóstico certo de autismo ou não. Avaliará, ainda, a gravidade da patologia e determinará qual o tratamento adequado para cada caso concreto.

Qual é o tratamento para o autismo?

O autismo não tem cura. No entanto, com o tratamento adequado, a criança poderá ultrapassar muitas das dificuldades que implica esta patologia.

• A nível terapêutico, a intenção é a de que estas crianças comecem a falar e a manter relações com os outros o mais depressa possível. Neste sentido, os psicólogos e os educadores desempenham um papel fundamental.

• Uma criança autista necessitará de cuidados psicológicos durante toda a sua vida. No entanto, com o cuidado e educação adequados, poderá viver com uma independência razoável.

• Uma boa ajuda para estas crianças e para os seus pais, pode ser a de procurar o apoio de organizações e escolas com unidades estruturadas para crianças autistas.

(Também lhe interessa: Doenças nas crianças)



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