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Ciúmes entre irmãos: conselhos importantes

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Quer ter um segundo filho mas receia que tal possa despertar os ciúmes entre irmãos? Porque surgem os ciúmes? Qual é a idade ideal para que o irmão mais velho não sofra de ciúmes? Neste sentido não existem regras gerais, mas aqui tem alguns conselhos úteis.

Com a chegada de um novo membro à família, a dinâmica da estrutura familiar muda, especialmente tudo o que diz respeito ao irmão mais velho. O que podem os pais fazer para o ajudar e evitar, deste modo, os ciúmes entre irmãos?

Porque aparecem os ciúmes entre irmãos

As crianças, mesmo que muito pequenas, têm um sexto sentido para captar as mudanças que acontecem à sua volta. E, quando a mamã espera outro bebé, as crianças podem manifestar, logo durante a gravidez, algumas preocupações.

  • Por exemplo, algumas ficam muito nervosas e têm alterações de sono como se intuíssem que, à sua volta, está a acontecer algo muito importante.

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  • Nos mais crescidos, o medo de perder o privilégio de ter os pais só para si pode manifestar-se através de atitudes de caráter regressivo. Há crianças que, por exemplo, voltam a fazer xixi na cama e outras que deixam de querer ir ao colégio ou que querem voltar a comer papas, como os bebés. Quando o irmãozinho nasce, estes comportamentos podem acentuar-se e acabar em autênticas explosões de ciúmes entre irmãos.

Ciúmes entre irmãos: a idade ideal para o segundo

Se quer ter um segundo filhos e receia que o primogénito sofra de ciúmes, tem de ter em conta que não há regras fixas, mas existem fases de crescimento nas quais é mais fácil para a criança se abrir a novos afetos e aceitar a renúncia à exclusiva dedicação da sua mamã e do seu papá.

  • Antes dos dois anos. O primogénito é demasiado pequeno para entender com claridade o que significa a chegada de um bebé à família, bem como para calcular as vantagens e desvantagens deste acontecimento. Nesta idade, portanto, os ciúmes entre irmãos não encontram um terreno fértil. Se os pais quiserem, é um bom momento para ter um segundo filho.

  • Entre os dois e os quatro anos. A criança atravessa uma fase de egocentrismo acompanhada de uma atitude de desafio perante os pais. Portanto, se se quer ter um segundo filho neste período tão delicado do seu desenvolvimento, é necessário ser muito paciente e tolerante esperando que os ciúmes, inevitáveis, desapareçam por si só.

  • Por volta dos cinco –seis anos. A criança desta idade já tem interesses e atividades extrafamiliares que a fazem sentir-se mais autónoma e madura. Nesta idade, os ciúmes entre irmãos não estão ausentes, mas cedem mais terreno à vontade de partilhar com a mamã os meses de espera e depois o prazer de se transformar em “baby-sitter” do mais pequeno.

Outros conselhos para evitar os ciúmes entre irmãos

  • Se o mais velho já vai à escola, é melhor ficar alguns dias em casa quando a mamã voltar da maternidade com o irmãozinho. Não se vai sentir excluído e vai ganhar confiança com o bebé.

  • Os pais deverão dedicar alguns espaços exclusivos ao primogénito para fazerem juntos alguma coisa especial, de “Crescidos”: ler um livro, dar um passeio, etc.

  • Se o mais velho tem um momento de regressão, o melhor é minimizar e relativizar a exigência. A criança necessita deste “abastecimento” afetivo para se sentir segura e crescer com mais equilíbrio.

  • É necessário ter paciência, até quando a criança mais velha demonstrar com palavras toda a sua raiva perante o bebé. A melhor estratégia é reformular as suas afirmações pouco “amáveis” de uma forma positiva, sem lhe gritar. Por exemplo, dizendo: “Não o podemos devolver à maternidade, mas tu podes estar sossegado porque a mamã e o papá vão gostar muito de ti e para sempre”.

  • É melhor que os ciúmes perante o irmão se manifestem e não se reprimam. Corre-se o risco de que o irmão mais velho se sinta sozinho com estas emoções negativas e não saiba como as gerir.

  • No entanto, devem impedir-se com assertividade as possíveis “agressões físicas”, desaprovando o comportamento da criança, mas não a sua pessoa. Ou seja, não se deve dizer: “És mau”, mas sim “Não podemos permitir que magoes o teu irmão”.

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