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Displasia da anca: o que é, diagnóstico e tratamentos

A displasia da anca é uma anomalia que pode afetar o bebé desde pequeno. Daí que seja importante diagnosticá-la e corrigi-la logo nos primeiros meses. Vamos explicar como.

A displasia da anca (também conhecida por luxação congénita da anca) é uma malformação congénita que se dá quando há um contacto insuficiente entre a cabeça do fémur e a cavidade acetabular: não encaixam de forma exata e rodam numa posição incorreta.

Nos casos menos graves, trata-se de um alisamento da cavidade que acolhe a parte superior do fémur, o qual, por conseguinte, tende a deslocar-se.

- No entanto, nos casos mais graves, o osso sai do lugar e fica fora da sua posição natural.

Diagnóstico da displasia da anca

Regra geral, é o neonatologista quem se dá conta da existência de uma anomalia na articulação da anca, já que a todos os recém-nascidos são feitas as chamadas manobras de Ortolani-Barlow.

(Também lhe interessa: Obstipação infantil: o que fazer)

A displasia da anca deve ser identificada e resolvida depois do nascimento. Quando a criança começa a dar os primeiros passos, se o peso do corpo não está apoiado numa articulação correta, podem acontecer sérios inconvenientes: por exemplo, lesões nos ossos ou assimetria nas extremidades inferiores e, na idade adulta, artrose precoce da anca.

 

Tratamentos para a displasia da anca

Para curar a displasia da anca, há que manter a cabeça do fémur bem firme, no seu sítio, durante um determinado período de tempo, para que o desenvolvimento deste osso e da pélvis se realize corretamente e, como consequência, a articulação se possa normalizar.

- Quando a displasia é leve, pode ser resolvida com a aplicação de uma prótese ligeira, que mantenha o fémur no seu lugar alargando ligeiramente as pernas, o que permite, ao mesmo tempo, que a criança se movimente com liberdade. É frequente o especialista aconselhar a mamã a pegar no bebé ao colo de lado, sentado na ilharga, o máximo de tempo possível e, também, que a criança durma de cara para cima (posição em que a criança deve sempre dormir), com as pernas ligeiramente abertas.

- Quando a malformação é média, adotam-se próteses rígidas que não permitem à criança juntar ou esticar as pernas, mas que as mantêm fletidas e levemente abertas.

- Se se trata de uma displasia da anca grave, há que aplicar um aparelho de correção que imobiliza completamente a perna e a pélvis durante umas três semanas.