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Mononucleose em crianças

A mononucleose, ou chamada “doença do beijo” afeta o sistema imunitário e transmite-se através da saliva, ao tossir, espirrar ou dar um beijo. Quais são os seus sintomas, quanto tempo dura e quais os cuidados a tomar? O Dr. Leo Venturelli esclarece as suas questões.

A mononucleose, também chamada “doença do beijo” afeta o sistema imunitário e transmite-se através da saliva, ao tossir, espirrar ou dar um beijo. A sua presença pode fazer-se sentir durante meses, de forma leve, curando-se de forma espontânea e sem consequências.

O que é a mononucleose?

A mononucleose, também chamada “doença do beijo”, denomina-se assim por se transmitir através da saliva, ao tossir, espirrar e beijar. Quando a criança contrai mononucleose pode apresentar sintomas variados: febre, cansaço generalizado, inflamação dos gânglios do pescoço, dor de cabeça, dificuldade em engolir, dores musculares e mal-estar a nível do fígado. É importante detetar estes sintomas de forma precoce e, perante qualquer suspeita, ir imediatamente ao pediatra, que prescreverá o tratamento adequado a esta doença.

O período de incubação da mononucleose costuma ser de uma ou duas semanas e durante estes dias é possível que o afetado não tenha qualquer sintoma. Uma vez desenvolvida a doença, esta pode durar entre um a dois meses. Em bebés e crianças, é importante salientar que os sintomas costumam ser leves: mucosidade, febre e falta de energia. Será o médico quem poderá fazer o seu diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.

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O que são os estreptococos

A infeção por estreptococos é comum entre as infeções de garganta: os estreptococos são bactérias que causam infeções de garganta em crianças entre 5 e 15 anos de idade, aproximadamente. Entre os sintomas mais comuns deste tipo de infeções encontramos a febre, os arrepios, a garganta avermelhada e inflamada. A infeção costuma aparecer entre dois e cinco dias depois a criança ter estado em contacto com a bactéria. Tratando-se de uma infeção produzida por bactérias, trata-se com antibióticos. Será o pediatra o responsável por prescrever o tratamento a seguir.

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